Competência específica:Escrita. Descritores de desempenho:Planificar textos de acordo com o objectivo; Redigir o texto: elaborar um texto informativo sobre o Carnaval. Experiências de aprendizagem:Desenvolver um Ciclo de Escrita:
I - Facilitação processual na planificação
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- Em pequenos grupos, registar na ficha “Actividades de pré-textualização” as ideias ou informações para colocar no texto “O Carnaval”, tendo por base a chuva de ideias, a realização de pesquisas, a memória do último Carnaval na escola, etc.
- Em grupo turma e com a colaboração da professora, agrupar por categorias os elementos listados anteriormente na ficha “Organização da Informação”.
II - Reflexão sobre a escrita na planificação
- Cada grupo inicialmente formado, pensa no que colocar no texto e da forma como se pretende organizá-lo e, antes de começar a redigir, estabelece uma pequena "conversa" com a professora para a informar do que vai fazer.
III - Textualização
Projecção da continuação do texto: a Prof.ª vai solicitando os diversos grupos a lerem para a turma a parte do texto já escrito; a partir daí, deverão apresentar aos colegas o que tencionam continuar a escrever até ao final do texto. (Nota: este processo terá continuidade nas aulas seguintes)
Competências:Actividade Experimental Descritor de desempenho:Desenvolver a capacidade de prever, observar e concluir. Experiência de Aprendizagem:Preparação da actividade experimental (material e procedimento). Registo dos resultados obtidos e conclusão.
Material:
- três copos iguais com a mesma quantidade de diferentes solventes (líquidos) : . água . azeite . álcool - três rebuçados (soluto) com a mesma massa.
Procedimento:
1 - Deita os solventes nos copos destinados para o efeito, etiquetando-os com o nome do solvente que contem. 2 - Coloca um rebuçado em cada copo. 3 - Aguarda alguns minutos... E agora? O que achas que vai acontecer aos rebuçados?
Questão-problema: o tipo de solvente influencia a dissolução de um determinado material (soluto)?
Resultados obtidos:
No mesmo período de tempo, um rebuçado dissolveu-se, outro iniciou o processo de dissolução e outro não se dissolveu.
Conclusão:
O tipo de solvente (liquido) influencia o tempo de dissolução de um determinado soluto (material): o rebuçado que estava no copo que continha água dissolveu-se; o que estava no copo com azeite iniciou o processo de dissolução de forma muito lenta e o que estava no copo com álcool não se dissolveu.
Descritores de desempenho - Fazer uma leituta que possibilite: confrontar as previsões feitas com o assunto do texto; Detectar informação relevante; Identificar o tema central e aspectos acessórios; Captar sentidos implícitos; Resumir textos.
Experiências de aprendizagem -Apresentação do conto "A Princesinha" pela professora, utilizando estratégias específicas de "Antes" e "Durante a leitura"; Exercícios sobre processos básicos de compreensão; Apresentação dos trabalhos e debate/reflexão sobre as respostas divergentes.
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A princesinha
Houve uma vez um príncipe que se queria casar, com uma princesa, mas era preciso que fosse realmente uma princesa. Com este propósito, o príncipe viajou pelo mundo inteiro, com o desejo de encontrar a prometida dos seus sonhos. Porém, embora visitasse muitas princesas, quando se inteirava a respeito de cada uma delas havia um ou outro inconveniente que o impedia de noivar. Nesse tempo havia no mundo muito mais princesas do que hoje. Todavia, quando se investigava se eram verdadeiras princesas, sempre existia uma certa dificuldade em prová-lo e, em muitos casos, descobria-se algum pormenor nada agradável. Finalmente, aborrecido com a inutilidade dos seus esforços, o príncipe empreendeu o regresso ao seu palácio. Passou-se algum tempo e o príncipe continuava solteiro. Uma noite rebentou uma terrível tempestade. O dilúvio era espantoso, relampejando sem cessar. Quando a tormenta estava no auge, alguém bateu à porta do palácio e o velho rei, em pessoa, apressou-se a abri-la. A água caía a jorros pelos cabelos e pelo vestido, tinha os pés encharcados de água recolhida pelos seus sapatos, mas garantiu ser uma verdadeira princesa. «Logo veremos se isso é verdade», pensou a rainha, embora não revelasse a ninguém o seu pensamento, guardando para si as dúvidas que sentia. Dirigiu-se, então, para o quarto destinado aos hóspedes, tirou a roupa de cama e pois uma ervilha sobre uma das tábuas de madeira. Por cima, colocou vinte colchões e outros tantos cobertores de plumas. Aí dormiu a princesa. Na manhã seguinte, perguntaram-lhe se dormira bem. - Passei uma noite péssima – replicou a jovem. – Mal consegui fechar os olhos. Só Deus sabe o que havia naquela cama. Tive a sensação de estar deitada sobre um objecto muito duro, tanto assim que estou com o corpo todo dorido. Foi terrível! Então, tanto os reis como o príncipe compreenderam que ela devia ser uma verdadeira princesa, pois fora capaz de sentir a ervilha através dos vinte colchões e dos vinte cobertores de plumas. Somente uma verdadeira princesa poderia ter uma pele tão delicada. E, assim, o príncipe a tomou por esposa, porque estava certo de ter encontrado uma verdadeira princesa.
Supressões com História de Hans Christian Andersen,
Descritor de desempenho:Usar o vocabulário adequado ao tema e à situação; Cuidar da apresentação final dos textos.
Experiências de aprendizagem:Leitura do conto “Um Pombo Curioso”, salientando os adjectivos; Em grupo, descobrir novas palavras que mantenham relação de sinomia com os adjectivos do texto e, em consenso, substituir os do texto pelos que o grupo considera mais adequados. Cada grupo explica à turma a metodologia de trabalho, lê o texto, enquanto os outros grupos deverão acrescentar ao próprio registo os novos adjectivos que aparecem agora no texto que ouvem(alterado), mas não encontrados pelo respectivo grupo; Debate final sobre o trabalho.
Um Pombo Curioso
Pascoal era um pombo-correio lindíssimo que parecia destinado a grandes voos. Mas uma particularidade tornava-lhe a vida bastante difícil: odiava participar em corridas.
Os outros pombos-correios orgulhavam-se de serem os primeiros a chegar ao seu destino, de serem mais rápidos e transportar mensagens e entusiasmavam-se imenso nas competições. Agora ele, não. Queria era que o deixassem em paz. Pascoal adorava ficar até tarde no ninho acordar sem pressa e depois ir debicar milho à vontade.
De manhã, sentia-se sempre bastante ensonado. Só arrebitava à tarde, já de papo cheio. Mas na sua opinião, a melhor maneira de aproveitar a tarde era dar grandes passeios sobrevoando os campos para conhecer zonas cultivadas e zonas de plantas bravias, as tocas dos coelhos, as sombras preferidas dos viajantes.
Sentia-se feliz sempre que fazia uma nova descoberta porque tinha nascido curioso e interessado pelo que se passava no mundo.
O dono aborrecia-se com aquela maneira de ser. Onde é que já se viu um pombo-correio distraído e preguiçoso? Não se conformava insistia nos treinos, ralhava, tentava incentivá-lo.
Descritor de desempenho:Escrever legivelmente, e em diferentes suportes, com correcção (orto)gráfica e gerindo correctamente o espaço da página, um pequeno texto ditado.
. TIMIDEZ
O bicho-de-conta faz de conta, faz que é cabeça tonta. Mas lá bem no fundo não é mau rapaz. Se a gente lhe toca, logo se disfarça: veste-se de bola. Por mais que se faça não se desenrola. Lá dentro escondendo patinhas e rosto é todo um segredo: se eu fosse menino comigo brincava sem medo, sem medo.
Maria Alberta Menéres, Conversas com Versos
Experiências de aprendizagem A passagem de textos para o computador, eventualmente textos de livros da biblioteca,seleccionados pela ligação a determinado tema, podem ser passados para o computador, através da modalidade de ditado. 1. A tarefa será realizada por dois alunos: enquanto um dita, o outro digita o texto; 2. Ao longo da tarefa, os alunos que ditam irão assinalar ou tomar nota das palavras em que quem escrevia teve mais dificuldades; 3. No final, esses casos serão objecto de análise com o professor e de atenção específica por parte do aluno que teve a dificuldade.
Descritor de desempenho:Produzir e recriar lengalengas; reconhecer globalmente palavras frequentes e gramaticalmente indispensáveis, no casoque.
Experiência de aprendizagem: - Construir uma chave que tenha escrito nela a palavra que.
- Com as crianças sentadas em círculo, a professora lê toda a lengalenga; discussão da lengalenga e descoberta pelas crianças que é possível prolongá-la interminavelmente, bastando para isso prolongá-la através da chave que.
- Em seguida a professora lê a primeira parte da lengalenga e passa a chave ao grupo que está à sua direita.
- O grupo repete e prolonga a lengalenga, acrescentando um outro objecto seguido da frase relativa que o caracteriza, ao mesmo tempo que levanta a chave que e a passa ao grupo seguinte.
- A lengalenga prolonga-se sempre com a repetição de todo o conteúdo anterior até que todos os grupos tenham participado.
- Em pequenos grupos, produzir e recriar uma nova lengalenga, partindo de "Aqui está a chave/ que abre a porta/ do castelo/ de Chuchurumel."
Competência específica -Conhecimento explícito da língua. Descritor de desempenho -Manipular os sons da língua e observar os efeitos produzidos: segmentar e reconstruir a cadeia fónica; discriminar os sons da fala. Experiência de aprendizagem:-Leitura de um texto com frequentes palavras que imitam sons produzidos por animais, objectos ou fenónemos naturais (onomatopeias); Em grupos, contruir textos com onomatopeias. Dar a conhecer os trabalhos produzidos.